Vacinação contra pólio e sarampo começa amanhã
Segundo a Sespa, o Pará já recebeu 1,6 milhão de doses das vacinas, enviadas para os postos (Foto: Bruno Cecim/Arquivo)
Promovida
pelo Ministério da Saúde em todo o país, a Campanha Nacional de
Vacinação contra a poliomielite - também chamada de pólio ou paralisia
infantil - e contra o sarampo será iniciada no próximo sábado (8),
em todo o Estado do Pará. A mobilização segue até o dia 28 deste mês e
visa imunizar crianças a partir de seis meses até cinco anos
incompletos. O Pará já recebeu 1,6 milhão de doses das vacinas, que
foram distribuídas pela Divisão de Imunizações da Secretaria de Estado
de Saúde Pública do Pará (Sespa) aos 13 Centros Regionais de Saúde e
encaminhadas aos municípios de abrangência.
“Serão dois dias “D” justamente para ter
duas situações de sensibilização da população, através da mídia, os
pais, os avós, padrinhos e madrinhas a levarem as crianças para as
salas de vacinação. Mesmo aqueles que tenham tomado todas as vacinas,
não tem problema, é reforço. E aqueles que não estão com a carteira de
vacinação em dia tem que se preocupar mais ainda. O Brasil, desde
1990, não tem registrado casos de poliomielite. É uma doença
gravíssima que pode matar ou deixar sequelas para sempre”, explica o
secretário de Estado de Saúde Pública, Helio Franco.
Em relação ao sarampo, o Brasil registrou,
em 2013 e 2014, casos importados com concentração no Ceará e em
Pernambuco. Mas, outras vacinas também podem ser aplicadas para
completar o calendário de vacinação. São mais de 20 tipos de doenças
graves que podem ser evitadas. A coordenadora estadual de imunização
da Sespa, Jaíra Ataíde, ressalta que todos os 144 municípios do estado
estão envolvidos na campanha. “O objetivo é vacinar toda a nossa
população de crianças contra o sarampo e a poliomielite.
Todas as crianças menores de cincos de
idade, devem ir aos postos de vacinação, preferencialmente, com o
cartão de vacinação, pois possibilita a atualização do com outras
vacinas do calendário. Nos dias de mobilização nacional, os postos
serão distribuídos em centros comunitários, igrejas, escolas e praças.
Só teremos êxito se a totalidade mínima de 95% das nossas crianças
sejam vacinadas”, afirma a coordenadora.
(Diário do Pará)
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