Para Obama, reeleição foi "solidez da democracia"
(Foto: Robert Stucker/Divulgação)
O
presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, cumprimentou hoje (28) a
presidenta Dilma Rousseff pela reeleição. Na ligação, Obama disse que o
pleito demonstrou “a solidez da democracia brasileira” e que pretende
continuar a trabalhar com a mandatária brasileira, com quem espera
encontrar-se por ocasião da reunião do G20, na Austrália, nos dias 15 e
16 de novembro. As informações são da Secretaria de Imprensa da
Presidência da República. A conversa durou dez minutos.
Obama disse que valoriza a parceria
bilateral com o Brasil e vê grandes oportunidades de cooperação nas
áreas econômico-financeira e de energia. O presidente dos Estados Unidos
sugeriu que equipes dos dois países "trabalhem os mecanismos existentes
para definir a agenda para 2015, estabelecendo as bases para preparação
da visita de Estado da presidenta brasileira aos EUA em momento
oportuno".
No ano passado, Dilma cancelou uma visita de
Estado ao país após as denúncias de espionagem da Agência Nacional de
Segurança dos Estados Unidos (NSA) contra pessoas do governo, incluindo
ela própria e empresas estatais, feitas pelo ex-consultor de informática
do órgão Edward Snowden. Obama observou que recebeu impressões muito
positivas de seu vice, Joe Biden, sobre a reunião que manteve com a
presidenta Dilma durante a visita feita ao Brasil, na Copa do Mundo.
De acordo com sua assessoria, a presidenta
agradeceu os cumprimentos do colega e disse que a eleição foi importante
para o Brasil e para a região. Ela ressaltou ter todo interesse em
estreitar laços com os Estados Unidos e que terá satisfação em
encontrá-lo na reunião do G20. Dilma também concordou com a importância
do trabalho bilateral para preparar uma visita de Estado ao país.
Além de Obama, Dilma recebeu o telefonema,
hoje, do presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, que também a
cumprimentou pela reeleição e desejou-lhe êxito no novo governo. Dilma,
em uma conversa de cinco minutos, agradeceu e disse que, no segundo
mandato, manterá como alta prioridade as relações com a África. Ela
acrescentou que seguirá com o apoio para a consolidação da democracia e o
desenvolvimento econômico e social da Guiné-Bissau.
(Agência Brasil)
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